FIRENZE 2 - MUSEO ARCHEOLOGICO


Pontos Turísticos de Firenze – Região 2: Museo Archeologico Nazionale (Museu Arqueológico Nacional)

O museu reúne os melhores achados das escavações realizadas na Toscana, com importantes peças romanas e etruscas, mas também cerâmica ática e objetos do período entre os séculos VI e IV a.C. de outras civilizações como egípcia e grega coletadas em tumbas etruscas, refletindo o comércio toscano no Mediterrâneo.

O Museu foi inaugurado como "Museu Etrusco" na presença do rei Vittorio Emanuele II, em 1870, nas instalações do Cenáculo de Fuligno na Via Faenza, incluindo na época apenas peças romanas e etruscas.

Com a ampliação de sua coleção, juntando-se o "Museu Egípcio", ele foi transferido em 1880 para a sua localiação atual, o Palazzo della Crocetta, construído em 1620 por Giulio Parigi como a residência da Princesa Maria Madalena de 'Medici. Dez anos mais tarde, as coleções etruscas Medici e Lorena forma transferidas do Uffizi até 1890.

Na seção etrusca, o destaque está para a "Quimera de Arezzo", uma das mais famosas obras da civilização etrusca (século IV aC), um bronze plástico que descreve o leão mítico, com cauda de serpente e o corpo de cabra. Ela foi encontrada em um campo perto de Arezzo em 1553 e presenteada a Cosimo I por Vasari.

Outra peça famosa é a estátua de bronze Arringatore (século I aC), retrato do nobre etrusco Aule Metelle com a toga romana encontrada em 1566 perto do Lago Trasimeno.

Uma parte significativa das peças etruscas expostas são relacionadas a esculturas funerárias. Destacam-se também o sarcófago das Amazonas (século IV aC) e o chamado "Sarcofago do Obeso", achado em Chiusi (século II aC).

Entre as peças romanas, o destaque está na estátua de Idolino encontrada em Pesaro (Idolino de Pesaro, escultura que inspirou muitos artistas do renascimento); no "Torso di Livorno" (cópia de um original grego do século V aC); e o "Treboniano Gallo" (rosto bem realista do final do século III), além da "Minerva di Arezzo" (obra-prima original etrusca restaurada recentemente e que represneta o dorso de uma mulher em roupas romanas). Diversas outras peças que refletem o dia-dia romano decoram também essa seção.

A seção grega apresenta peças recolhidas de tumbas etruscas e são o resultado do comércio com a Grécia, particularmente Atenas (local de produção da maior parte dos achados) e datam do período entre séculos VI e IV a.C.

Um destaque da serão grega se dá para o "Vaso François". nomeado em homenagem ao arqueólogo que descobriu em 1844 em uma tumba etrusca na fonte Rotella, perto Chiusi, que contém um número impressionante de histórias da mitologia grega de cerca de 570 a.C.

Na seção grega, também se destacam o "Torso do Atleta" (século V aC) e a grande Cabeça Equina Helenística (ou da cabeça do cavalo Medici Riccardi que inicialmente foi colocada no no Palazzo Medici Riccardi), bem como os dois Kouroi di Milani em marmore.

A secção egípcia (segunda maior da Italia, perdendo apenas para o Museu Egípcio de Turim) foi formada no início do século XIX por aquisições do Grão-Duque da Toscana Pietro Leopoldo após seu patrocinio a uma expedição em 1828 dos arqueólogos Ippolito Rosellini e do francês François Champollion, que decifrou os hieróglifos.

Entre outras aquisições, importante foi que dos papiros de escavações de 1934-1939. As exposições cobrem muitas das atividades diárias do antigo Egito, com objetos materiais frágeis, como madeira, tecido e osso e itens fúnebres.

Destaca-se o retrato de mulheres egípicias da necrópole de Al-Fayum e o extraordinário carro de guerra e caça. Data do mesmo período o relevo que descreve a deusa Maat, a xícara de faiança boca quadrado (apenas dois exemplares no mundo) e vários exemplos de figuras e objetos da vida diária.

Em 1887 foi inaugurado um museu topográfico etrusco, para ilustrar a história dos etruscos através dos materiais recolhidos durante escavações (destruido na enchente de 1966).

No jardim, aberto ao público desde 1902, foram reconstruídos túmulos etruscos, entre os quais se destaca o Túmulo de Volterra e urnas de alabastro.

A seção de numismática do Museu ("Coin Cabinet"), contém uma das mais importantes coleções de moedas e antigo na Itália, iniciada por Lorenzo, o Magnífico, e enriquecido por vários membros da família. Anna Maria Luisa, a última descendente dos Medici, doou sua herança ao Estado, na condição de que nunca saísse de Firenze.

Já no final do século XVIII, a coleção foi catalogada e gerou uma publicação de uma primeira catalogação das moedas foi feita por Giuseppe Pelli que publica um catálogo em 19 volumes. No século XIX a coleção foi ampliada por aquisições em leilões e, posteriormente, como resultado de escavações em vários locais da Toscana.

Atualmente, a coleção agrega cerca de 80.000 peças e, em particular, a maior oleção de moedas etruscas do mundo (1.173 peças).

O museu tem também inúmeras exposições de outras culturas, como a do Paleoveneti, Villanovian, Anatolia antiga, a Alta Idade Média (Placa Ardaburio Aspar, 434) e trabalhos renascentista trabalhos inspirados pelo antigo (como bronzes de Meloria) ou estatuetas de bronze feita a partir de fragmentos de antigas, algumas das mãos de Benvenuto Cellini.

O museu foi parcialmente destruído na enchente de 1966, e sua reconstrução tomou os 40 anos seguintes.

Apesar de diversas reformulações e ampliações, ainda é difícil encontrar espaço para os mais de cem mil objetos de valor de propriedade do museu. Há relativamente pouco investimento e interesse na evolução do museu, já que na região de Firenze o interesse na cultura medieval e renascentista roubam a cena da arquelogia das culturas mais antigas.

Outros Pontos Turísticos na Região 2:

  • Atrações tradicionais ou imperdíveis

  • Galleria dell’Accademia (Davi original e outras obras de Michelangelo)

  • Atrações opcionais ou de interesse específico

  • Museo dell’Opificio dele Pietre Dure

  • Spedale degli Innocenti

  • Basilica della Santissima Annunziata

  • Leonardo Da Vinci Museum Activities

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